(...) nasceu tomando/precisando tomar posição no confronto de projetos do campo: contra a lógica do campo como um lugar de negócio, que expulsa as famílias, que não precisa de educação nem de escolas, porque precisa cada vez mesnos de gente, a afirmação da lógica da produção para a sustentação da vida em suas diferentes dimensões, necessidades, formas (...). A educação do Campo nasceu também como crítica a uma educação pensada em si mesma ou em abstrato, seus sujeitos lutaram desde o começo para que o debate pedagógico se colocasse a sua realidade, de relações sociais concretas, de vida acontecendo em sua necessária complexidade. (Caldart)
EDUCAÇÃO DO CAMPO: CUNHADA PELOS MOVIMENTOS SOCIAIS DO CAMPO, REFERE-SE A IDENTIDADE, CULTURA, VALORIZAÇÃO DOS POVOS DO CAMPO, COMO SUJEITOS E POSSUE LAÇOS CULTURAIS E VALORES RELACIONADOS A VIDA NA TERRA. CAMPO, LUGAR DE TRABALHO, DE CULTURA, DE PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO NA SUA RELAÇÃO DE EXISTÊNCIA, SOBREVIVÊNCIA, SOBERANIA, AUTONOMIA, HUMANIZAÇÃO E EMANCIPAÇÃO.
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terça-feira, 1 de setembro de 2009
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